Tags

, , , ,

Refiro-me ao Orlandinho, irmão da onipresente Marina Diana, como irmão. E dizê-lo assim não é apenas retórica ou um pronome de tratamento jogado para o alto. Negativo.

Prova disso é que não precisamos nos ver com tanta frequência – creio que essa premissa já está mudando – desde que, a cada encontro, se faça uma merecida festa.

E tem sido assim por esses anos de São Paulo, desde que os Diana lá me acolheram pela prima vez, quando aqui cheguei em 2008.

Mas vamos ao título: ocorre que Orlandinho recentemente passou a me chamar de Capitão. E, num primeiro momento interpretei assim, com ponta de dúvida:

- Será que ele me acha um pequeno ditador?

Mas como a dona Wal, a mãezona da família, outro dia me chamou de “filho mais velho”, o Orlandinho, sem qualquer mágoa vai ver pensou algo como.

- Se é o mais velho, que seja o capitão do time.

E claro que eu aceito o título do Orlandinho. E, em retribuição, digo a ele por aqui que estou quase lhe promovendo a general enquanto seu Orlando e dona Wal ficam com as balisas dos mais gentis marechais, que eles merecem.

E como uma nação desenvolvida deve ter os seus reis, deixemos o reinado para a nossa Marina e o seu Ferdinando, por supuesto. Que lá adelante as crianças – os herdeiros – se entendam e dividam o nosso rico reino-família como convier.

E saiba sempre, irmão-general: é sempre um orgulho e um bálsamo estar na companhia de vocês.

Anderson Passos