Rodrigo Haidar

Fiz grandes e gratíssimos amigos nas minhas duas passagens pela revista Consultor Jurídico (ConJur). Farei lembrança aqui do meu editor Rodrigo Haidar.

O meu dileto amigo é dessas raras figuras que alia generosos atributos tão caros nos dias de hoje como simplicidade, bom-humor, didática, inteligência e paciência. Itens de série única. Todos invejáveis.

Logo à minha primeira saída daquela casa, tive no Haidar um assombroso amigo e, também graças a ele, as coisas correram com a naturalidade que tinha de ser, aliviando meus temores de que minha saída pudesse cerrar portas em definitivo.

Pouco depois, o grande jornalista foi ser correspondente da ConJur em Brasília. Ainda me assusta a notícia de que o grande repórter deixou a revista. Eu não conseguia dissociá-lo daquela casa. Mas enfim, a vida de jornalista, já me ensinou o jovem colega, também é feita disso: de despedidas e também de reencontros.

Hoje, o grande Haidar está atuando no IG e de volta à Capital paulista. De lá, trouxe a grata notícia de que um novo herdeiro está chegando para fazer companhia à Laura e à esposa dele, a artista gráfica Luciana.

O blog do moço é este.

Eu assino e dou muita fé.

Anderson Passos

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