Sono infernal

O meu sono na madrugada de domingo para segunda-feira é, desde que ingressei no mundo do trabalho e das responsabilidades, de um sobressalto continuo.

No domingo eu tinha tudo para fugir desse karma, mas o fato é que, movido pela preguiça, não fui para a cozinha e, no final da tarde, como a fome fosse irreversível, comi um sandubas reforçado do Subway.

Fui de encontro aos lençóis lá pela meia noite e já eram 2h30min de segunda quando despertei pela primeira vez. Motivo: sede. O sanduíche era generoso no molho apimentado. Devo ter bebido 70% da generosa caneca d’água estrategicamente colocada no chão, ao lado da cama.

Às 4h20min tornei a despertar, mas dessa vez de um salto assustador: acordei sob o som de um choque entre dois carros que sucedera sete andares abaixo, na esquina da Fradique Coutinho com Cardeal Arcoverde. Bebi o que restava da caneca e tentei me acalmar. Fez-se uma gritaria pelo socorro às vítimas que, aos poucos, inebriado de sono, foi se dissipando. Tornei a cochilar.

Às 7h30min, o celular me despertou. Procurei a caneca d’água. Estava vazia. Dada a madrugada tumultuada, me dei prazo para esticar o sono. O fiz até as 8h15min quando o mundo do trabalho me convocou para mais um dia.

Espero que as próximas madrugadas sejam mais calmas. Ao menos até a próxima segunda-feira.

Anderson Passos

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