Mini boneco de Olinda

A idade não perdoa. No final da semana passada, mais precisamente na quinta-feira, uma crise de tendinite voltou a ameaçar-me tornando a digitação ou mesmo a escrita a mão de qualquer texto um ato de sacrifício.

Para melhorar o quadro, o dono do jornal onde trabalho visitou a redação na mesma data e, ao me reconhecer, veio dar um abraço, não sem antes me acertar uma bela pancada no braço canhoto já lesado.

A crise da tendinite felizmente se foi ou já não é o maior dos problemas. Mas não nos apressemos que nem tudo são flores: afinal um imponente torcicolo me acolheu ainda no domingo e persiste inda agora.

Atravessar a rua, por exemplo, é um ato penoso. É preciso virar não só a cabeça, mas os ombros e o tronco igualmente devem acompanhar o movimento antes que a dor acenda o sinal vermelho. Agora sei como se sentem os bonecos de Olinda. A diferença é que me converto numa versão mini e em processo de ferrugem.

Anderson Passos

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