O salto (1)

Enquanto as imagens ainda não vem pela web, começarei a descrever a aventura de saltar de paraquedas. Antes, claro, é preciso dizer que, novamente, quem começou tudo foi a onipresente Marina Diana.

Ocorre que, no ano passado, ela presenteou o Orlandinho – irmão dela – com um salto. Ela, claro, também foi. E as imagens da loucura foram parar na web. E, claro, que, sem demora, elas me chegaram.

Donde eu disse comigo:

– Taí uma boa chance de mandar o medo de altura pro espaço.

Levaria mais um ano ainda para que a Marina propusesse o passeio e me convidasse. E, de cara, aceitei. Entendia que o salto fazia parte de um processo para superar esse medo.

Antes, volto à minha primeira tentativa de superar esse revés: o primeiro passo dei num feriado de carnaval do distante e mágico ano de 1999, quando caminhei pelos imensos paredões de Bombinhas (SC), ao lado do meu saudoso amigo Marquinho.

E depois daquela aventura, na qual pendurado numa parede tentei pedir socorro aos bombeiros, disse ao Marquinho, passado o meu cagaço.

– Agora a gente tem que saltar de paraquedas.

Bem, mas era Carnaval e, assim, não encontramos quem nos pudesse levar para o ar que estivesse minimamente sóbrio.

Daí que, por todos esses anos, a loucura fora adiada. Mas chegou. E os pots seguintes vão descortinar o passo a passo dessa aventura.

Anderson Passos

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