Uma esmolinha da insônia

A minha insônia, já escrevi por aqui, é de uma canina fidelidade comigo. Por semanas a fio eu não vinha tendo o que gosto de chamar de sono perfeito.

E mesmo já sem o compromisso de ir trabalhar, que vivencio nesse instante por conta das minhas férias, ela me vem sendo fiel companheira.

No entanto, vez em quando, a insônia resolve ser generosa comigo e me dá mirrados prêmios.

Depois de semanas de sono picotado – generoso apenas em sonhos – eis que na noite desta quarta (1/12) o relógio indicava 20h e eu comecei a me sentir pesado, como que envolvido pelo breu do sono.

Estiquei-me no sofá e, por uns 30 minutos cochilei. Já conformado, dizia a mim mesmo:

– Esses minutinhos vão me fazer falta logo mais.

Foi então que prolonguei a ida definitiva à cama o quanto pude. Um filme, que pus no DVD, começou a ficar enrolado e pensei comigo: finish.

Deitei e, em segundos, os sonhos estupendos me tomaram a alma e, para não dizer que a insônia não iria me fazer uma provocação, dei um salto às 7h15min da cama.

E eis que vendo a hora, virei para o lado e tornei a viajar sem sobressaltos até 11h15min.

Vejamos se virão mais presentes logo mais.

Anderson Passos

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