Ronaldinho

Poucos da minha intimidade sabem, mas tive a oportunidade de, por curto período, trabalhar com o senhor Roberto de Assis Moreira, irmão e empresário do Ronaldinho Gaúcho, ainda que eu possa contar tê-lo visto pessoalmente apenas cinco vezes ou menos que isso.

Assistindo o Globo Esporte do último sábado (8/01), creio que o apresentador e editor da atração, Thiago Leifert, foi feliz ao usar uma figura de linguagem que comparada Assis a um sabonete, pois que muito bom de conversa e muitíssimo titubeante na hora de decidir.

Posso dizer do Assis o mesmo: foi o sujeito mais hesitante e, ao mesmo tempo, pai de um esquema de sanguessugas que, provavelmente até hoje, vivem do dinheiro do irmão famoso.

Ingenuamente talvez, eu me coloquei contra tudo isso e, claro que dessa vez, o senhor Roberto de Assis Moreira nada teve de indeciso. Mas prefiro o sono tranquilo e o dever minimamente cumprido às idiossincrasias do ex-jogador do Grêmio, hoje convertido em leiloeiro.

Futebolísticamente falando, acho que quem abraçar a causa Ronaldinho Gaúcho estará comprando um belo problema, pois o interesse nos treinos e jogos de muito não é mais o mesmo.

Mas, em nome do futebol, eu espero que o Ronaldo de Assis Moreira, jogador que eu pude ver jogar que mais chegou próximo do genial Pelé – depois de Pelé Eterno, acolho a tese de que o monstro santista é inalcansável – encontre motivação para jogar. Independente de todos os sanguessugas em torno dele.

Anderson Passos

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