Radicais livres

O noticiário esportivo tem externado há dias as manifestações da torcida do Corinthians, inconformada com a precoce eliminação do clube da pré-Libertadores pelo Tolima, na semana passada.

Toda a crítica é válida, mas descambar para a violência, como alguns torcedores tem feito, anula qualquer chance de os rumos mudarem.

O torcedor violento é aquele que perpetuará a incompetência de um boco moco como Andrés Sanchez, o presidente fanfarrão do clube, que montou um time de masters quando fazer o simples – montar um um grupo de atletas identificados com a camisa do Corinthians – seria o mais fácil.

Mas para quê seguir o receituário óbvio quando um marketeiro acha mais justo encher as burras de dinheiro e esvaziar a sala de troféus, pergunto.

E cá estamos a debater essa lástima que é a violência de torcidas organizadas, não raro financiadas pelos próprios dirigentes que, dia sim dia não, viram alvo de uma fúria injustificada.

Ainda que futebol envolva paixão e outros sentimentos primários, esses sujeitos que posam de “machão em grupo” deviam analisar que, antes de tudo, futebol é apenas um jogo, que deveria ficar circunscrito às suas quatro linhas, já que nunca pôs mesa para torcedor algum.

Anderson Passos

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