Overdose de trânsito

Enquanto teço essas linhas, me apanho tentando conter o ódio provocado por horas e horas no trânsito da Pauliceia nesta terça-feira (29/3).

Meu dia começou num evento exatamente às 7h30min. Com a matéria adiantada já no final da manhã, almocei. E, enquanto planejava uma agenda sem trabalho para o resto do dia, a tarde começou a me reservar surpresas desagradáveis.

A primeira delas foi o agravamento do quadro clínico, que culminou com a morte do ex-vice-presidente José Alencar. E eis que meu segundo obituário jornalístico entrou em campo, mas acrescido da grande repercussão do fato.

Mas algo mais viria: a colega que cobre as férias da minha chefe ligou para a redação comunicando que, provavelmente, não viria trabalhar. Logo, eu teria muito, mas muito trabalho.

À tardinha, tudo mudou pois que a criatura faltante chegou à redação e, quando bateu o sinal das 18h30min, me arranquei.

O diabo é que, com a garoa fina, o trânsito que em geral já é lento, parou. Só cheguei em casa em torno de 20h40min, mais de duas horas depois de começada minha jornada de volta.

Encerrando o texto, tentarei descansar e não pensar em mais nada. Missão difícil, é verdade. Mas, para quem enfrenta o trânsito dessa cidade sem invadir o espaço do motorista do ônibus e patrolar os carros parados à frente, não é tarefa impossível. Espero…

Anderson Passos

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