Clóvis Duarte

O meu primeiro contato com o jornalista Clóvis Duarte é de idos dos anos 70, quando ainda piá, acompanhava o meu pai a almoçar em frente à televisão assistindo o Portovisão, da TV Difusora, hoje Bandeirantes.

E, passados zilhões de anos, já fazendo rádio escuta como estagiário de Jornalismo nos porões do Palácio Piratini – sede do governo do estado do Rio Grande do Sul – dei de cara com o Clóvis apresentando o Câmera 2, na TV Guaíba.

Fosse como fosse o noticiário, Clóvis Duarte sempre ressaltava no ar que as notícias veiculadas no Câmera 2 deviam ser encaradas com “bom humor”. Confesso que, vez em quando, aquilo me irritava. Mas, fato é que, com o tempo, passei a simpatizar com a ideia.

Ontem, passando os olhos nos diários do sul, me surpreendi com o falecimento do Clóvis, vítima de câncer no pâncreas.

Fiquei atônito, mesmo sabendo pela leitura de sua longa internação. Que o grande comunicador e os seus sejam confortados nesse momento.

Anderson Passos

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