O karma do trânsito paulistano

Dentre os meus planos hoje não estavam ter dormido – dormir é exagero – de forma picotada à noite. Tampouco acordar mais cedo do que o usual.

Mas uma vez que me ergui da cama, disse comigo que ia lavorar, adiantar coisas no trabalho e precisamente às 9h30min já estava no ponto a aguardar o coletivo.

Costumo apanhar o coletivo da linha Santo Amaro via Berrini. Ainda não gravei o número da linha nesses meses todos em que me tornei usuário.

Mas fato é que apenas uma hora depois o coletivo apareceu. E eu, que sempre costumo dar bom dia ao motorista e ao cobrador fechei o cenho.

Então o carro começou a subir a Brigadeiro Luis Antônio e o arrasto do trânsito nos açambarcou. Belas palavras não? Péssimas sensações. Passada outra hora nesse vai não vai da Brigadeiro e finalmente o trânsito fluiu e, só agora, duas horas e meia depois, finalmente chego ao computador pra descrever meu asco ao trânsito dessa cidade.

Há quem advogue que, em alguns anos, São Paulo vai parar. Eu era um entusiasta desse tese, mas hoje me incluo entre os mais descrentes ainda. Os que defendem a tese de que São Paulo já engarrafou e não há mais jeito de contornar a situação.

Com a palavra as autoridades e suas desculpas.

Anderson Passos

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