A grande descoberta da Telefônica

Estava eu de bobeira assistindo o temporal desabar sobre São Paulo no último sábado (8/10) pela minha janela quando bateu o meu telefone celular. Desconhecendo o número, não atendi.

Depois de umas cinco tentativas, onde o sujeito do outro lado desligava a cada três chamadas, resolvi atender e constatei que era um maldito telemarketeiro da Telefônica me oferecendo uma linha fixa.

Quando ele se identificou, o meu humor – que era até então fantástico – tornou-se de um azedume que eu mesmo não suportaria se estivesse do outro lado da linha.

Quando o sujeito disse que a conversa seria gravada, grifei educadamente.

– Leva a gravação para o teu chefe. Não quero, não pedi, não aceito. Obrigado.

A outra ligou correndo como se uma tsunami de ódio a ameaçasse. Corta para minutos atrás nesta segunda-feira (10/10). Eram justamente 10h quando o meu celular bateu e de novo um sujeito da Telefônica me ofereceu a maldita linha fixa. Não esperei ele dizer nada depois de identificar-se.

– Não tenho interesse, não quero, me deixa dormir.

O outro silenciou, agradeceu e se foi. Se a Telefônica ainda não se flagrou de que eu não sou o mapa da mina e de que não adianta me empurrar linha, o meu próximo passo não será o emprego de fantoches para explicar mais claramente a situação. Eu simplesmente irei empregar de uma má educação de apavorar qualquer incauto que tornar a encher o meu saco.

Anderson Passos

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