A angel

Desde que tornei público que sou portador do Mal de Parkinson, tenho recebido a solidariedade de muitos colegas.

Mas, recentemente, um anjo que tinha partido voltou.

Digo isso porque tive a honra de trabalhar com a Crislaine Coscarelli no jornal Diário Comércio Indústria & Serviços (DCI). Não era subordinado a ela, mas tive na Cris solidariedade ímpar. O elo dessa ligação chama-se Marina Diana, que então era repórter da editoria de Legislação.

Cris deixou o jornal num tempo que não sei precisar. Casou, foi morar e trabalhar na terra natal com o marido e eu só soube dela pela Marina mesmo.

Então publiquei aqui um relato de como a doença finalmente me chegara, associando ao Natal mágico e salvador que vivenciei com a família da Marina e do Ferdinando, marido dela.

Lendo o texto, Cris comentou aqui sobre a emoção que lhe tomara e prometeu-me ajuda. A seguir, em privado, o mail carinhoso da Cris me chegou com várias dicas de dieta – já que precisarei evitar carne vermelha, além de cortar cafeína e álcool.

Ela escreve sobre o assunto com conhecimento de causa pois que ela tem casos na família.

Claro que agradeci emocionado o mail, claro que vamos trocar mais figurinhas sobre essa epopéia da doença, mas eu precisava dizer de público, na verdade comemorar, que Cris é, de fato, um ANJO em caixa alta.

PSs: a terra natal da Cris não é Campinas, como eu imaginava, mas sim São Paulo

PSs2: Cris é anjo sim, embora ela negue

Anderson Passos

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2 comentários sobre “A angel

  1. Nossa gaúcho que é isso! Sou anjo nada, sou solidária, só isso. Quero ajudar, pois sei que informação é uma das melhores armas no caso de doenças como o Mal de Parkinson e porque acompanho de perto a doença há décadas, já que tivemos já dois casos na família e agora meu pai sofre com ela. Além disso, você sabe que simpatizo muito com você. Como disse no texto não somos íntimos, mas conheço a sua história por meio da Marina (sempre a ruiva). Sei que é um lutador admirável, assim como sei da sua qualidade como repórter, que é inquestionável.
    Quero, de coração, que seja mais um “parkinsoniano” vitorioso e por isso quero trocar muitas figurinhas com você. Conte comigo, sempre.
    Abraços,
    Cris
    PS: Só uma correção, não voltei para a minha “terra natal”, pois sou paulistana, nascida em meio à poluição da capital – rs. Mas minha família mora em Campinas e, depois de casada, a opção foi ficar mais pertinho deles.

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