Minha família paulista

Dia desses me aconteceu algo comovente.

Ocorre que a mãe da onipresente Marina Diana, dona Walkyria, comentou com ela, enquanto Marina e eu falávamos ao telefone, se “o irmão mais velho dela” estava por perto.

Registre-se que Marina tem Orlandinho como irmão mais velho. Legítimo e de sangue.

Mas Marina confirmou que sim, o tal irmão mais velho estava ao fone. Ah sim, eu sou mais velho que o Orlandinho.

Ambas estavam no Aeroporto de Congonhas onde um ônibus levaria dona Wal e seu Orlando, o pai da Marina, ao Porto de Santos. De lá, embarcariam num navio rumo a Salvador para uma pausa merecida.

Preocupada com a filha como nunca, dona Wal, de repente, estava em prantos e quase que num apelo, sugeriu que eu estivesse com Marina e seu marido Ferdinando no revellion que se foi.

Diante da classificação que recebi da dona Wal, não titubeei. Disse a ela que viajasse tranquila que eu estaria por perto, a exemplo do Natal, ou sempre que convocado.

Escrevo essas palavras porque me deu uma saudade imensa da dona Wal e do seu Orlando. Ela, a essas alturas, aprontando na costa brasileira enquanto ele, sempre sorridente e carismático sorri com uma tranquilidade invejável ao Dalai Lama.

Parece que já no próximo final de semana eles voltam. Não vejo a hora de abraçá-los pois que me senti condecorado pela dona Wal. E, mais do que nunca, honrado de ser recebido com tanto afeto por essa família não apenas ímpar, mas única.

Anderson Passos

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