Um binômio, 18 anos depois

Nesta terça-feira que passou (17/01) assisti à distância na redação onde trabalho e, mais tarde num café, as imagens de Bruno Senna como piloto da Williams. Enquanto uma colega que me acompanhava perguntava se ele não era “bonitinho”, eu só pensava na ironia da vida.

Quis o destino que uma Williams fosse o primeiro carro que o tio consagrado Ayrton Senna testasse primeiro, lá em 1983, antes de chegar à Fórmula 1. O mesmo bólido – com outro arranjo tecnológico – que em 1994 fez o tricampeão fenecer em Ímola no mais dramático grande prêmio de Fórmula 1 já realizado.

A reedição do duo Senna/Williams por hora me arrepia. Ainda não vejo no jovem o talento do tio. Tenho esperança que ele possa mostrar a que veio em 2012.

Que abençoado seja. E que o tio lhe abra os melhores caminhos.

Anderson Passos

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