Minha neguinha se foi

Nos anos 90, sempre que eu ouvia a dona Whitney Houston, falecida neste domingo (12/02) que se foi, eu a chamava carinhosamente de “minha neguinha”.

Nada pejorativo, nada disso. O que eu queria era uma mulher como ela. A chamava desse jeito porque sempre a achei absolutamente linda, com uma voz espetacular – com técnica única – e tudo o mais que uma cantora deveria ser.

Mais recentemente, apagadas as luzes do sucesso, soube-se que ela enfrentava problemas com drogadição e uma dívida estimada em US$ 1 milhão. E pensei comigo:

– Que merda.

Mas não é necessário focar na tragédia da cantora. A obra fica. Eis dois bons exemplos

You will be free now, baby!

Anderson Passos

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