Nova pousada (1)

No final de semana que se se foi acabei indo para Cotia. No entanto, antes disso, quem veio à minha casa, no centro de São Paulo, foi o Orlandinho, irmão da Marina Diana. Trouxe consigo a Fernanda – esposa – e os pequenos Guilherme e Beatriz.

A presença deles fez o meu final de semana infinitamente melhor que os outros. Tanto que os recebi ainda trêmulo, mas de emoção e não por conta de doença alguma. Expliquei isso ao Orlandinho.

Mais tarde, quem me arguiu sobre os tremores foi o pequeno Guilherme nos seus seis anos incompletos. Expliquei que o “Tio Gaúcho” tremia mesmo e que ele não se importasse. Lindo ver nele o sorriso de poucos dentes de leite, que começam a ser substituídos pela dentição que vai acompanhá-lo pela vida afora.

Na nossa tour pelo centro, visitamos desde a Galeria do Rock, onde Guilherme faturou seu inseparável boneco do Capitão América, passando por uma loja de miniaturas do Shopping Light, onde Orlandinho, ainda que pilhado por mim, não cedeu às tentações e não gastou um único centavo mais.

A falante Beatriz seguia tagarela quando, em frente ao Teatro Municipal, Marina ligou no meu celular e de um estalo Orlandinho definiu que íamos, à noite, comer pizza em homenagem à Dona Walkyria – mãe do Orlandinho e da Marina – que presenteou-se com um carro zero e muitas complicações, felizmente já superadas como sempre.

Diante da ideia, os dois pequenos insistiam que eu dormiria com eles no tal quarto branco da até então pouco conhecida casa do Orlandinho. O próximo post dirá mais.

Anderson Passos

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