Páscoa em dois atos (final)

No sábado (7/4), depois de cortar o cabelo e andar da Faria Lima até em casa – em frente ao Copan – sob um sol de 30º, cheguei em casa e, mal saído do banho, me mandei para Cotia, na casa da onipresente Marina Diana.

No domingo de Páscoa, a minha famíglia paulista – os Diana e os Mariano da Silva – fariam um almoço. E lá estava eu entre a louça, uma ida à horta do Papa Orlando e da Mama Walkyria, um bom papo com os pequenos Guilherme e Beatriz, bem como com seus pais Orlandinho e Fernanda.

Maria Lúcia e Washington (pais do marido da Marina, o Ferdinando) trouxeram beringela misturada a azeitonas, pimentão, frutas cristalizadas. Iguaria que, se antes eu abominava, passei a gostar. Vanessa e Danilo, irmã e cunhado do Ferdinando, trouxeram o sorriso e a amizade legítima de sempre.

Mas o grande momento foi a caça aos ovos de Páscoa pelos pequenos, incluído aí o Heitor, o pujante garoto que Marina Diana espera. Desatento e desabonado, não presenteei ninguém senão, quem sabe, com minha presença.

Mas saí de lá carregado de doces, de carinho, de sorrisos, de tanto e de tão bom que em algum momento disfarcei as lágrimas abraçado ao Papa Orlando. E pensar que, no ano que vem, Heitor, de gatinhas, vai caçar seus primeiros ovos de Páscoa deixam a todos com olhar de sonho no rosto e no coração.

Que venham pelo caminho feriados como esse e mais e mais dias de júbilo e festa em família.

Anderson Passos

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