A Virada Cultural dos sonhos

Penso que a Virada Cultural têm condições de ser melhor ano após ano, mas entendo que é preciso contemplar um aspecto em especial: a segurança e o bem-estar de quem a frequenta e a de quem acaba sufocado pelo evento.

A medida é muito simples: basta que os shows e festividades se realizem no sábado e no domingo entre 10h e 22h, por exemplo. Não sei como ficaria a logística do evento, já que mesmo ainda hoje, ao começar 18h, não são todos os palcos que estão montados.

Mas o objetivo aqui é preservar as pessoas. As que moram no entorno das atrações, que assim poderiam dormir sem se preocupar com o barulho e quem assiste poderia ser acolhido pelo evento com uma segurança maior. Fato é que a segurança é falha e, nas madrugadas, São Paulo vira terra de ninguém.

E sim, misturar comida com cultura não dá muito certo, vide o que ocorreu com Alex Atala que não conseguiu servir sua prometida “galinhada”. Que a galinhada e quaisquer outros pratos sejam pano de fundo para a São Paulo Restaurant Week.

Com a palavra a prefeitura de São Paulo.

Anderson Passos

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