Ronaldinho Gaúcho

Como torcedor do Fluminense eu devia estar a rolar de rir com a desgraça do Flamengo e a perda do Ronaldinho Gaúcho. Não é por ser gaúcho – porque a nossa turma lá tem um forte Q de bairrismo, separatismo, essas merdas – mas fiquei triste pelo atleta.

Da Copa de 2002 até 2006 ele brilhou como nunca entre os maiores do futebol mundial. Vi Maradona, vi Zico, mas nada comparável a Ronaldinho até então.

Veio a ida para o Milan e com ela a decadência, a irregularidade das atuações, as festas, o sorriso antes largo e farto se apagando. Chegando ao Flamengo, quem acompanha o esporte sem paixões já sabia: o casamento duraria pouco. E eis o epílogo final.

Com a mãe doente, Ronaldinho vai acompanhar o duríssimo tratamento contra um câncer que dona Miguelina, vai enfrentar. O que será do craque? O que será do seu sorriso? O tempo dirá. E, honestamente, espero que o tempo conspire a favor dele.

Anderson Passos

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