Feriado? Pra quem, cara pálida? (3)

Eram 8h da última sexta-feira (8/6) quando marteladas numa parede me despertaram. A obra é no prédio ao lado do meu, mas, impressionante, parecia que o operário que marretava estava fazendo o serviço na minha cabeça.

Então, para completar a “sinfonia”, operários tomaram os apartamentos vagos do prédio em frente e usaram de suas soldas, marretas e fala alta para me manter desperto.

Então liguei o computador, escrevi no Facebook minha intenção de ir à Galeria do Rock e, mal terminei de escrever, São Pedro entrou em campo e disparou um lote de chuva graúda.

Meu humor fantástico começava a ruir.

No domingo (10/6), chegado da rua no final da tarde, dei de cara com trios elétricos, gente elétrica e algum tumulto resultante do espólio da Parada do Orgulho Gay.

Descansar nesses dias tornou-se um ato de heroísmo.

Anderson Passos

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