Coming back to life (2)

No post anterior eu dizia de amuletos. Corrijo: o que tenho são pérolas de ouro. Alguém dirá: não existem. Eu replico. Existem sim. E, Oxalá, eu as tenho comigo. Em parte serei redundante pois quem acompanha este blog há mais tempo sabe que tenho em São Paulo duas famílias: os Diana e os Mariano da Silva.

Pois há coisa de duas semanas o meu irmão Ferdinando e eu ficamos na web madrugada adentro conversando. Marido da onipresente Marina Diana, falava de preocupações comigo e me deu força que não se mede em palavras. Marina, grávida do meu sobrinho Heitor, igualmente, como sempre.

Mas dizia o meu irmão Ferdinando algo como “por que eu sumira da vida deles” fisicamente por dois meses e alguma coisa mais. Disse-lhe que a reclusão era mais reflexão do que qualquer outra coisa. Reflexão havia. Mas não era tudo isso, intuiu ele. E estava certo.

E Ferdinando talvez não meça, mas ali, naquela madrugada, nos dias que se antecederam e se sucederam, começou uma nova jornada, um novo desafio per me.

Os resultados, se houver, contarei em tempo.

E, mesmo que não venha resultado algum, já terá valido a pena.

Anderson Passos

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