O serial killer do ar-condicionado

Minha garganta, pela prima vez em 2012, explodiu em irritação, tosses e um fantasma em forma de gripe demolidora. Tudo isso graças ao serial killer do ar-condicionado do meu trabalho.

Esse sujeito não discute com ninguém, há quem desconheça de fato se ele tem até um nome ou um rosto. Outra teoria aponta que a velharia da redação, em especial do corpo feminino, sem entender a menopausa, se sente em casa quando o ar-condicionado atua produzindo temperaturas siberianas.

Mas, o fato é que ele, o serial killer, semeia o mal. E aqui estou, mais um dia, não sob o olhar sanguinário do vigia, mas é quase isso.

E ainda que eu tenha colegas que, atrevidamente ou protegidos que são, faltam ao trabalho até quando uma simples dor de cabeça os acomete, peão que sou, não tenho esse direito, senão o de xingar a mãe do badanha, ou a mãe do responsável pela minha ruína.

E tudo só tente a ficar pior e pior.

Anderson Passos

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