Vingadores aí vamos nós

No último final de semana virei o Incrível Hulk. Não, não tomei anabolizantes nem fiquei bombado do dia para a noite. Ocorre que foi aniversário do meu sobrinho Guilherme Diana e, como o pequeno, de agora recém completados sete anos, é maluco pelos Vingadores, eu e outros tios, além do pai dele – Orlando Diana Jr – nos trajamos como os heróis.

Sim, me pintaram o rosto e as mãos. A tinta parecia não secar nunca, o que me apavorava. Cheguei a ter pesadelos na noite anterior entrevistando o José Serra pintado de verde.

Escalamos três vilões para acabar com a festinha. Eles entraram, a bruxa Vanessa perguntou às crianças se elas estavam com medo – chegou a ouvir não de alguns pequenos – e lá foram os heróis Thor (Orlandinho), Homem de Ferro (Ferdinando), Capitão América (Danilo) e este Hulk botar os mal-feitores para correr. Os olhos de Guilherme brilharam como poucas vezes vi. Era a reação que nos importava.

Tirar a tinta de todo foi desafiador. Depois de um banho demorado, que salvou a lavoura relativamente, o acabamento se deu pela via de lenços umidecidos doados pelo pequenino Heitor Diana Silva e sua mãe Marina Diana.

Já avisei que da próxima, estou fora desse negócio de maquiagem. Mas claro, se a tigrada tiver de sair para arrancar um sorriso dos meus sobrinhos, essa reação será nada mais do que folclore como “teatro do Tio Gaúcho”.

Anderson Passos

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