A seleção e o combate ao desencanto

Ouvi aqui e ali no noticiário esportivo que Mano Menezes vinha conseguindo dar à Seleção Brasileira de Futebol um padrão de jogo. Se alguém acha que enfrentar seleções como China e outras menos expressivas é sintoma de padrão de jogo estamos lascados.

Mano perdeu a mão ao não ousar no torneio olímpico de futebol e não escalar o ataque brasileiro com Lucas e Neymar. Teimoso, Mano não deu ouvidos ao óbvio ululante. E, recentemente, caiu.

Acho Adenor Bachi, o Tite, uma fraude. O novo treinador deve ter pulso e o perfil se aproxima muito de Luiz Felipe Scolari e Muricy Ramalho. O primeiro, depois de já ter ganho o mundial de 2002, talvez não volte, ainda que esteja desempregado. O segundo foi sondado uma vez e teve a honra de cumprir seu contrato. À época, Muricy treinava o glorioso Fluminense.

Fala-se em Pep Guardiola, o mago que levou o Barcelona à consagração na Europa. Não sei se os cartolas brasileiros ousariam tanto, mas torço por essa alternativa. Antes, ainda, no entanto, é preciso defenestrar da CBF o senhor canastrão Andrés Sanchez.

O meu sonho era que a Dilma, a Polícia Federal, o Ministério Público entrarem nesse vespeiro e arrancar toda a vagabundagem que “supostamente” trabalha na entidade.

Anderson Passos

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