Marina Silva

Não sei o que dizer da Marina Silva enquanto ser político. Aqui me refiro a projetos apresentados pela ex-senadora.

Se ela fez algo de marcante foi justamente o de propor a agenda ambiental, que definitivamente entrou na pauta dos governantes depois que ela captou quase 20 milhões de votos em 2010.

No último final de semana, ela deu os primeiros passos para a fundação de um novo partido, a Rede, com conteúdo programático provavelmente focado na sustentabilidade ambiental e social.

Em meio a uma cerimônia que variou entre o hippie e o evangelismo messiânico, Marina afirmou que seu partido não será de esquerda ou de direita e sim de frente. Foi meio impossível não ter um deja vu quando da fundação do PSD, pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que afirmou que sua sigla não seria de esquerda, de centro ou de direita.

Ao contrário da legenda de Kassab, há cautela por parte dos parlamentares já eleitos em aderir ao novo projeto. Acreditam que, mesmo com o suporte de redes sociais, Marina não conseguirá as 500 mil assinaturas em nove estados necessárias à nova agremiação.

DEM e PPS, que decidiram por deixar o guarda chuva tucano, e até o socialista Eduardo Campos (PSB-PE) aguardam os próximos movimentos da ex-ministra do Meio Ambiente. E fica a pergunta: quem serão as caras da tal terceira via nas eleições presidenciais em 2014? Façam suas apostas.

Anderson Passos

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