Telhada, o ditador da Câmara paulista

O coronel Telhada é destes exemplos de político novato que comprometem de longe a credibilidade de uma democracia. Ainda em 2012, ameaçou um profissional do jornal Folha de S.Paulo porque este apurou em algum momento abusos de policiais militares contra civis, mais precisamente assassinatos.

Pois este senhor ameaçou abertamente o colega, que ficou uns tempos em endereço desconhecido para preservar sua família.

Agora, este senhor vem aos jornais para dizer que apoia a ação das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a famosa Rota, durante a ditadura. Na época, claro, mais execuções foram perpetradas por policiais em nome do regime. e, claro, este senhor propôs uma homenagem à Rota por estes serviços. A homenagem já foi aprovada em uma das três comissões do Legislativo.

Vale dizer ainda que esse senhor, que parece ainda não despido da farda, foi empossado fardado, numa afronta ao Parlamento paulistano. E sabe o que aconteceu a ele depois de todos esses episódios? Nada.

Pergunta desse jornalista: não se trata de um canceroso filho da puta, com todo o respeito aos que padecem de câncer?

Anderson Passos

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