Vettel, o rebelde

É bom que na Fórmula 1 dos dias atuais ainda existam atitudes como a do campeão Sebastian Vettel que, desobedecendo recomendações da equipe Rede Bull Racing (RBR) ultrapassou o companheiro de equipe, o australiano Mark Webber e venceu o Grande Prêmio da Malásia.

Digo isso porque principalmente os espectadores brasileiros assistiram, na era Ayrton Senna, desobediência igual, que foi um dos diferenciais a transformá-lo em piloto número 1 por onde passou.

Depois de Senna, viu-se Rubens Barrichello dar passagem a Schumacher, Felipe Massa abrindo caminho para Fernando Alonso e assim o resultado só podia ser um: a representação brasileira na categoria limitar-se a um único piloto.

Felizes os alemães que podem contar com um jovem tricampeão do mundo mobilizado a ignorar contratos milionários, ordens estúpidas e, ainda por cima, dando espetáculo de perícia e arrojo. Se minto ou estou equivocado, uma única comparação me dará um pouco mais de razão: basta lembrarem quantos alemães e quantos brasileiros estão no grid da categoria. Covardia não?

Anderson Passos

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