Sem Virada

Neste final de semana que passou aconteceu a 9ª edição da Virada Cultural de São Paulo. Temeroso de que um palco fosse deslocado para a minha janela, atendi convite da onipresente Marina Diana e zarpei para Cotia para ter com ela, com o Ferdinando e o meu sobrinho Heitor um final de semana digno do nome.

Ao voltar para casa, lendo o noticiário, li que houve mortes, violência, furtos e tals. Poucas linhas positivas sobre as atrações como se a exceção pudesse suprir o todo. Mas enfim.

Fato é que tive sorte. Afinal, embora o mapa da Virada nada mencionasse, havia sim um palco na minha rua. E eu não dormiria um milésimo do que pude nesses dias.

Nem todos os que moram no centro tem a possibilidade que eu tive de sair e esquecer. O poder público precisa se lembrar de que no centro também há moradores. E que dois dias, com 12h de show durante o dia, pode ser uma alternativa mais razoável. Fazer a segurança de um evento desse porte durante o dia torna-se até mais facilitada. Que o prefeito Fernando Haddad, que assumiu em janeiro, atente a isso.

Anderson Passos

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