Visitas

Recentemente o meu bruxíssimo Gabriel Izidoro apareceu finalmente em São Paulo. A trabalho, é verdade, mas é um progresso pois que eu já perdera a conta de quantas vezes o convidara para dar uma passada por aqui.

Diante da queda de temperatura recente, fiz ver ao Izidoro que aquilo ali já era frio para muito paulistano, ao que ele deu risadas. Passamos em frente ao Bar Brahma na esquina que Caetano cantou e o homem fez fotos. Noturnas, mas fotos.

Voltando ao frio, nunca esqueço de uma vez que ainda morando no sul, fui à casa dele na gélida Caxias do Sul. Ele recebeu-me de polainas, short e camiseta. Fazia zero grau. Horror.

Paramos num boteco, onde pedintes pareciam se multiplicar, sem poder se aproximar de nós dada a ação de um segurança man in black. Ele relatou seus projetos de assessoria que o livraram da estressante vida formal num grande grupo de comunicação gaúcho. Eu lhe contei de Sampa, de suas dificuldades, de como a mistura CQC, Pânico na TV em coletivas de imprensa pode ser uma merda.

Por fim, o grande amigo do peito conheceu meu barraco, pirou nos bonecos, nos livros e lamentou pelas travecas – que ficam na parte de baixo do prédio – que não apareceram sob a janela pois que estavam exercendo atividades pecaminosas com homens casados tão pecadores quanto.

Valeu a visita e volta sempre, índio velho!!!

Anderson Passos

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