Refúgio e retorno (1)

Sabedor de que mais uma Parada Gay se aproximava, fui convidado na última sexta-feira (31/5) a ir passar o final de semana na casa da Marina Diana e do meu irmão Ferdinando em Cotia. E não esqueçamos do meu sobrinho Heitor e da mascote Rebecca, que senão sai gritaria e dentada.

Do findi em si, direi com o tempo. Porque quero relatar a minha volta para casa, na região central de São Paulo, local do encerramento do evento. Apanhei um ônibus executivo na rodoviária de Cotia e desembarquei, coisa de uma hora depois – e sob chuva – próxmo ao Hospital das Clínicas.

Para quem não conhece São Paulo, eu estava a pelo menos 45 minutos a pé da minha casa. Pensei na opção do ônibus, mas imaginei que a Rua da Consolação estaria bloqueada para o tráfego. Elaborei então a rota via metrô e lembrei que todo ano a Estação República do metrô, que seria meu destino, estaria fechada pois que localizada no coração das comemorações.

Donde, o plano inicial que eu traçara se impôs: eu iria para casa a pé.

Anderson Passos

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