As ruas venceram em parte

Ao recuarem, baixando as tarifas do transporte público, os prefeitos de Rio de Janeiro e São Paulo e o governador paulista deixaram nas entrelinhas que reduziriam investimentos/ou sacrificariam outros projetos para subsidiar o transporte.

Em linhas claras disseram que se alguém morrer numa fila de hospital, a culpa será dos manifestantes. Se mais um jovem for assassinado na periferia onde mora, idem.

Não disseram o essencial: tinham que mostrar coragem e fazer os empresários de transporte pagar com seus lucros o péssimo serviço que prestam.

Por isso, o movimento não pode parar jamais.

Anderson Passos

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