Rush

Finalmente tomei vergonha na cara e pus algum no bolso para ver Rush, no Limite da Emoção. Pra quem não ligou A com B, a fita trata do campeonato de Fórmula 1 de 1976, marcado pela rivalidade entre o inglês James Hunt e o austríaco Niki Lauda.

O fanfarrão Hunt é vivido por Chris Hemsworth e, tal como seu personagem, mostra-se um tigre comemorando vitórias tendo cigarro, bebida alcóolica e alguma mulher sempre à mão. O Lauda de Daniel Brühl é irrepreensível não apenas pelo marcante sotaque austríaco de seu personagem, mas sobretudo pela forma como se entrega neste papel, mostrando um Niki Lauda como um exímio preparador de carros e tecnicamente imbatível no seu tempo.

A cena do acidente que quase matou Lauda no antigo circuito de Nurburgring, no GP da Alemanha daquele ano é assustadora e a persistência do personagem em retornar às pistas para ainda lutar pelo segundo título mundial seguido – vencera o anterior, em 1975 – são comoventes.

Ah, fosse a trilha sonora formada apenas pelo som dos motores, e nenhum reparo seria preciso. mas o diretor Ron Howard selecionou clássicos que tornaram a película ainda mais vibrante que vai de David Bowie (Fame) a Thin Lizzy (The Rocker).

Para quem gosta do tema, vale ver mais de uma vez,

Anderson Passos

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