Fórmula Vettel

Há quem diga que a Fórmula 1 perdeu a graça e que corre o risco de voltar aos modorrentos anos da era Michael Schumacher, campeão mundial por sete vezes.

Um amigo meu, por exemplo, soltou em altos brados no Facebook algo como “chega de Adrian Newey”, o projetista do mais robusto monoposto das últimas três temporadas, a Red Bull.

Esse mesmo camarada teorizou que se pilotasse outro carro Vettel não faria metade do que tem feito. Para este humilde escriba, há erros e acertos nesse apontamento.

É incontestável que Newey projeto o carro perfeito, mas subestimar Vettel é um tanto demais tendo em vista que ele já venceu o GP de Monza, na Itália, a bordo de uma modesta Toro Rosso. Logo, braço e talento o menino tem, me parece.

Até admito que a F1 tem ganho ares de monotonia, inclusive com o espanhol Fernando Alonso jogando a toalha após mais uma frustração em Cingapura. Eu mesmo, a despeito de uma audiência fiel de anos e anos – mesmo após a morte do maior dos pilotos, Ayrton Senna – jamais deixei de assistir, mas não consegui ver a corrida inteira deste domingo (22/09), senão do meio para o final.

Se algo serve de consolo é que em 2014 o regulamento sofrerá mudanças radicais sob a justificativa de equilibrar a disputa. Tentou-se o mesmo com Schumacher e ele quase sempre tinha algo mais para derrotar adversários e regulamentos. Será assim com Vettel e sua Red Bull? A conferir.

Anderson Passos

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