Arrebenta, Izabella

Nunca mais encontrei a doce Izabella Camargo em pauta. Sempre que isso acontece é uma festa, há de concordar quem acompanha este blog há mais tempo.

Mas a dizer da falta de reencontrá-la, está tudo plenamente justificado. Izabella saiu da reportagem de rua – salvo equívoco desse cronista – para se tornar moça do tempo e daquelas de abalar multidões.

Outro dia eu acompanhava a reprise do Bom Dia Brasil e ói ela lá. Linda, precisa, voz estupenda e pronta para o improviso quando a tela com os mapas, impactada com a bela, não roda o programa.

É claro que a linda flor de Londrina, que ela tem um apego lindo à terra de onde veio, está sujeita a erros porque não é sempre que meteorologista acerta. E a bela Izabella deve passar trabalho com telespectadores mais radicais.

Mas, venha o que vier, tenho a Izabella Camargo como a mais fina flor global, com todo o respeito às demais. Que ela continue florescendo.

Anderson Passos

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Izabella sempre

Recentemente fui convidado a ir numa pauta que, sabia eu de antemão, não renderia o que dela os meus superiores esperavam. Mas vida de empregado é assim, não se escolhem essas coisas e corri para o desafio de fazer brotar a notícia desejada.

Tudo que eu projetava se confirmou: o esgotamento, o empurra-empurra, o tumulto na coletiva e, claro, a pauta não redundou em nada mais importante.

Mas sempre tem um mas. E já na coletiva, tumultuada, ele já dava pistas. A musa, agora global, Izabella Camargo, lá estava, mas que infortúnio, longe da fonte cercada de microfones. Bem, não era hora de sofrimentos e segui em frente.

Já fora do teatro midiático que fora armado, conversava eu com minha colega de pauta quando a Izabella aproximou-se e, sapecando meu nome, em alto e bom som na sua voz radiofônica de silibados e respiração perfeitos, quase desabei de tão feliz.

Abracei-a efusivamente. Ato contínuo ela, com aquela humildade que trouxe e preserva da sua Londrina, no Paraná, agradeceu efusivamente à minha colega pela ajuda na tumultuada coletiva. Infelizmente não pudemos nos despedir devidamente, mas o fizemos via Facebook.

Izabella não sabe, mas salvou o dia.

Anderson Passos

Izabella bombando

Musa deste blogueiro, mas não só musa porque o termo é injusto com a magnitude dela, Izabella Camargo está arrebentando na Globo. Primeiro, emprestou sua sensibilidade e rosto e voz únicos à reportagens do SPTV.

E agora, como eu estivesse órfão da Rosana Jatobá – que numa curiosa mudança migrou para o rádio – Izabella encarnou uma moça do tempo encantadora, nervosa no começo, brilhante na sequência. Vivas a ela.

Anderson Passos

Ela pode até sumir, mas quando volta…

Todos sabem o quanto eu encho a bola da Izabella Camargo neste blog. Na minha humilde opinião trata-se da melhor apresentadora e repórter da TV brasileira.

De muito eu e Izabella não nos cruzamos. Eu não me preocupo. Porque, quando ela volta, ela o faz com brilhantismo.

Escrevo tudo isso pois que, ao que publica-se na imprensa, a Izabella está dando mais um salto na carreira. O destino? A TV Globo.

A notícia ainda está por ser confirmada mas, desde logo, a minha torcida está garantida. E eu juro que, por causa dela, voltarei a assistir os noticiários globais.

Que ela tenha toda a sorte do mundo. Competência e paixão pelo que faz a Izabella tem de sobra.

Anderson Passos

Ói ela, a Izabella

Outro dia, orgulhosamente, como sempre, postei aqui meu entusiasmo com uma série de reportagens produzida pela Izabella Camargo, da Band, a propósito do drama do crack na Pauliceia.

A série, intitulada Vizinhos do Crack, mostrava o drama de comerciantes da região da Cracolândia, na região central de São Paulo, que tornam-se verdadeiros reféns e acumulam prejuízos por conta da fuga da clientela.

Essa faceta cruel do crack, produzida com brilhantismo e humanismo pela Izabella e sua equipe, foi indicada para o Prêmio Esso 2011. Desde logo, estou na corrente para que Izabella levante esse troféu. O trabalho dela, bem como o drama que ela descreveu em texto e imagens, merece tal consideração.

Anderson Passos

Olha a Izabella aí gente

De muito que não falo da Izabella Camargo por aqui. De muito mais ainda não a vejo porque nossas pautas nem sempre coincidem. Mas, felizmente, minha teoria prevalece. Se Izabella some, algo de grandioso está sendo produzido. Aqui um exemplo do trabalho da grande repórter da Band.

Não é exagero o título da matéria que remete à guerra que é se locomover em São Paulo. O metrô, ainda que rápido, nunca como agora apresentou tantas falhas que redundam em demora na frequência dos carros e, claro, na superlotação das estações.

Confiram

Anderosn Passos

O dilacerante crack

A colega Izabella Camargo, da TV Bandeirantes, ora aparece ora some. Mas quando ela sai de vista, saibam, lá vem uma reportagem daquelas.

E eis que passando pelo blog dela, que está linkado na sessão Eu Leio, me deparei com uma tocante e corajosa – sobretudo – reportagem sobre os zumbis do crack.

Dizer que a Izabella arrebentou é redundante. Se ousarem pensar diferente, assistam. Aqui vai o link

Anderson Passos