Importaram o Malafaia

Posso dizer que convivo com esse filho da puta de nome Silas Malafaia desde os tempos em que morava no sul. Naquela época, e ainda hoje, meu padrasto endeusava esse canalha e, claro, dizia à minha mãe que eu deveria estar possuído pelo diabo ou algo assim. Meu padrasto, um evangélico xiita, como Malafaia, só admitia ler os livros do raivoso pastor.

Diante do fato de que Malafaia, como outros neopentecostais, não toleram as diferenças, me sinto super à vontade de escrever e divulgar o quanto esse sujeito me provoca ódio e asco. Ele não se ofenderá. Não sou ninguém como ele também tem pouco significado para este escriba.

Farei a seguir uma confissão: houve um tempo em que, se me oferecessem algum trocado e uma concreta fonte de fuga, eu me ofereceria para matá-lo com penoso sofrimento para o pastor, claro. Hoje, diminuí o facho. Isso porque matar esse vagabundo, salafrário e cretino ator canastrão só o consagraria.

Sou a favor de que gente como esse Malafaia seja tratado com especial atenção: tal como uma Scania passando lentamente sobre suas pernas. Sim, quero vê-lo gritar. Mas de horror. E isso me arrancaria boas risadas.

Noticia-se por aí que Malafaia vai abrir um templo em São Paulo. Torço, por ele e por mim, que seja longe da minha casa. Mais ainda, que eu jamais cruze com esse meliante da fé na rua. Posso, no mínimo, escarrar-lhe na cara.

Outra de minhas torcidas é que, se o candidato que ele atacou vencer a eleição domingo que vem, essa igreja caça-níquel do senhor Malafaia seja devidamente expulsa da cidade.

Anderson Passos

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